terça-feira, maio 16, 2006

Liberdade

Não resisti a publicar aqui uma série de emails que troquei na mailling list Ambio...

Tudo começou com isto:
"Uma raposa, prontamente baptizada de "Boneca", e um gato bravo (ginete) a
que chamámos "Net", foram capturados recentemente e vão dar a possibilidade
aos mais pequenos de verem com alguma proximidade e "à luz do dia" animais
muito furtivos e que é raro ver em liberdade. Estes pequenos animais são
terríveis caçadores de coelhos bravos e outras variedades de caça."
Fonte:
http://www.arneiros.com/news/39/index.asp

O resto quem quiser ... lê
A sequência da novela começa na msg mais recente e termina na mais antiga.

Caro Jaime Pinto,

"Eu digo que efectivamente fez um juízo de valores cuja argumentação o aproxima (na minha opinião, as minhas desculpas caso o esteja a interpretar mal) dos tais sempre urbanos a que me refiro e por quem nutro profunda antipatia."

Ainda não o conheço e já nutre antipatia por mim... Quase que me atrevo a dizer que é uma pessoa de preconceitos... Só não o digo realmente porque ainda sou, novamente, rotulado de fazer juízos de valor...

Acho que não vale a pena explicar aqui a diferença entre o que é uma opinião ou um juízo de valor.... Eu não disse que aquelas pessoas cometem atrocidades. Disse sim que ter animais em cativeiro e utilizá-los como chamariz para uma actividade comercial é uma atrocidade. Como é óbvio, trata-se da minha opinião. Tive ainda o cuidado de perguntar se é uma actividade lícita.

"Não sei o que quer dizer quando afirma: "Se calhar vou chocá-lo ao dizer-lhe que prefiro ver um animal, qualquer que seja, em liberdade ainda que seja alto o seu risco de vida". Penso que se está a referir apenas aos animais ditos selvagens e não aos domésticos."

Refiro-me a qualquer ser. É engraçado falar dos domésticos. Saiba que o nicho de alguns dos animais domésticos já não é nenhum lugar exótico, uma savana ou qualquer outro lugar dito selvagem. Um exemplo é o Canis domesticus.

Continuo a não entender o seu problema contra a liberdade.... Eu nunca coloquei a morte à frente do cativeiro como fez, por exemplo, Ernesto Rafael Guevara de la Serna na sua célebre frase "Patria o muerte". Não resisto a perguntar-lhe... Ouça lá, onde é que o xô 'teve no 25 de Abril?

"E mais uma vez gostaria de saber a sua opinião: se prefere ver morto ou em cativeiro o tal animal que em liberdade corre perigo de vida."

Permita-me dizer-lhe que essa é das questões mais sem sentido que já me colocaram. Espero poder esclarecê-lo dizendo que não gosto de ver animais mortos nem animais em cativeiro.

"Caro Miguel Maldonado, de qualquer forma agradeço o seu comentário pois isso deu-me oportunidade de misturar um pouco alhos com bugalhos, ou seja, vender a minha banha da cobra, pois de outra forma não teria coragem para incomodar novamente os elementos desta Lista com este assunto."

Perdoe-me a provocação mas... na sua opinião acha que está a incomodar os elementos da lista com este assunto e ainda assim escreve o seu comentário enfadonho? Como se não bastasse ainda tem o descaramento de dizer que me usa? Só tenho pena é de não se chamar Jaima... pois prefiro ser usado por mulheres!

Agora fora de brincadeiras, desejo-lhe uma continuação de bom trabalho que eu vou fazer o mesmo. O nosso Sr. Ministro da Agricultura já dá-me dores de cabeça suficientes... Enfim temos de levar a vida a rir, caso contrário...

Abraços
Miguel

Em 11/05/06, Jaime Pinto < jaime.pinto@netcabo.pt> escreveu:
- Ocultar texto das mensagens anteriores -

Caro Miguel Maldonado,

Conforme pode verificar em http://www.arneiros.com/v20/pt/actividades.asp?tipo=cacapesca, o Monte dos Arneiros é, entre outras coisas, uma coutada de caça. E as alternativas para a raposa e o ginete não são entre a liberdade e a prisão, mas entre a prisão e a morte. Diz que não fez qualquer tipo de juízos de valor. Contudo diz: "... perguntar se existe alguma protecção legal contra esta atrocidade. A mim, comum cidadão, parece-me extremamente cruel e, por isso mesmo, pretendo denunciar o acontecimento. O facto de ser raro ver animais selvagens em liberdade, tal como é dito no site, não deverá servir de argumento para os exibir em cativeiro. Mais se acrescenta que o monte alentejano em causa usa os seres vivos capturados como forma de publicidade para os fins comerciais dos quais tira rendimentos." Eu digo que efectivamente fez um juízo de valores cuja argumentação o aproxima (na minha opinião, as minhas desculpas caso o esteja a interpretar mal) dos tais sempre urbanos a que me refiro e por quem nutro profunda antipatia.

Não sei o que quer dizer quando afirma: "Se calhar vou chocá-lo ao dizer-lhe que prefiro ver um animal, qualquer que seja, em liberdade ainda que seja alto o seu risco de vida". Penso que se está a referir apenas aos animais ditos selvagens e não aos domésticos. Mas informo-o que foi graças a animais em cativeiro, sem qualquer estratégia pré-definida para os devolver à liberdade, que se conseguiu salvar da extinção algumas espécies, devolvendo à liberdade descendentes criados de propósito para esse fim, e prevêem-se salvar por este processo muitas outras. E mais uma vez gostaria de saber a sua opinião: se prefere ver morto ou em cativeiro o tal animal que em liberdade corre perigo de vida.

Quanto às Leis sobre caça, desde há muito que me bato por alterações e sempre na perspectiva de novas regras com vista a uma maior defesa e protecção das espécies selvagens. Com agrado verifico que a actual Lei contempla muitas situações pelas quais me bati há alguns anos atrás, como limites de abates e dias de caça definidos para as espécies migradoras, algo que as primeiras versões dos decretos-lei regulamentares não contemplavam, desde que foram re-implementados as coutadas de caça em Portugal no pós-25 de Abril.

Actualmente considero importante para a preservação dos nossos mamíferos carnívoros que seja de todo banido as caixas-armadilhas, por não haver possibilidades de fiscalização desse processo por parte das autoridades competentes, e os caçadores, gestores de caça e afins, continuam, na generalidade, a ver as espécies predadoras como competidores, apesar de reconhecer que muitos caçadores já jogam no mesmo clube que eu jogo. E também porque as raposas, alvo de eleição das caixas-armadilhas, raramente "caem" nas ditas, apenas um ou outro juvenil muito curioso, portanto para que servem elas?...

Outra situação que me preocupa são as montarias aos javalis. Caso tenha aberto o site acima referido, poderá verificar o que me causa apreensão. Por vezes os cães chegam às centenas nas manchas a montear - cercadas por caçadores de 50 em 50 metros - cães treinados para perseguir, agarrar e matar, nada têm de semelhante com o nosso simpático perdigueiro, cujo instinto o faz parar quando se apercebe da presença de uma espécie silvestre. Não existem normas ou regras que mitiguem o impacte das montarias sobre os mamíferos carnívoros protegidos e este é um grave e real problema que tem de ser equacionado o mais breve possivel. Fruto da crescente procura das montarias por parte dos caçadores, poucas manchas de mato actualmente ficam por montear e existem actualmente milhares de cães que, durante a época venatória, percorrem todos os cantinhos esquecidos do nosso Portugal Natural, rasteando, agarrando e matando todos os animais que encontram, exceptuando o homem. (Convido os elementos desta Lista a abrirem http://www.santohuberto.com/forum/forum_detalhes.asp?ID=3871&Origem=3852#ini).

Caro Miguel Maldonado, de qualquer forma agradeço o seu comentário pois isso deu-me oportunidade de misturar um pouco alhos com bugalhos, ou seja, vender a minha banha da cobra, pois de outra forma não teria coragem para incomodar novamente os elementos desta Lista com este assunto.

Aproveito para também dizer ao Pedro Bingre que nunca ouvi nem li que o saca-rabos tivesse sido introduzido em Portugal pelos caçadores para expulsar os coelhos das suas tocas. Não haverá alguma confusão com o furão, primo do toirão, domesticado desde o tempo dos romanos e desde há séculos utilizado pelos caçarretas para esse fim? Só um caçador extravagante (ou com baixíssimo QI) se lembraria de alimentar todo o ano e andar com um saca-rabos às costas (que pesa mais de 5 kg) nas jornadas de caça (ou será pela trela? :-)), quando tem à disposição o furão, que nasceu já Mestre na arte de bandoleiro de tocas, pouco ou nada come, vive em quase permanente estado de hibernação num pequeno cacifo e por pouco se pode transportar num bolso durante o acto venatório...

Jaime Pinto
----- Original Message -----
From: Miguel Maldonado
To: Jaime Pinto ; ambio@uevora.pt
Sent: Wednesday, May 10, 2006 1:02 PM
Subject: Re: [ambio] Monte dos Arneiros captura animais selvagens...


Caro Jaime Pinto,
Não sei quais são os seus preconceitos contra os "sempre urbanos" e contra a "sua forma estranha de pensar". De qualquer forma deixe-me elucidá-lo. Vivo no Alentejo e a minha profissão é Agricultor.
Se calhar vou chocá-lo ao dizer-lhe que prefiro ver um animal, qualquer que seja, em liberdade ainda que seja alto o seu risco de vida. Não vou muito à bola com a argumentação de que mais vale um animal preso para preservar uma espécie. Considero que isso apenas faz sentido quando há uma estratégia montada no sentido de o recolocar em liberdade. Mas, claro está, é apenas uma opinião.
Resta-me dizer que apenas relatei um facto que, como diz e bem, chocou-me. Não fiz qualquer tipo de juízos de valor.
Perguntei se havia protecção legal para este tipo de actividade. Não havendo, parece-me que faz todo o sentido haver uma denúncia. Não só porque eu penso assim mas também porque, aparentemente, há mais gente que também assim pensa (nomeadamente aqueles que se regem por leis).
As suas afirmações parecem-me fora de contexto e despropositadas.
De qualquer forma, se n concorda com o que está na lei, face uma proposta de alteração.
Aquele abraço
Miguel




Em 06/05/06, Jaime Pinto escreveu:
Por vezes pessoas que supostamente prezam o ambiente e a Natureza
insurgem-se contra situações que, apesar de ilegais, são absolutamente mais
condicentes com a lógica dos que sentem carinho e preocupação pelos animais
selvagens que a "legalidade" e o que acontece efectivamente no terreno (em
bom português, perdem demasiadas vezes oportunidades para ficarem calados).

O site http://www.arneiros.com/news/39/index.asp que chocou Miguel Maldonado
e outros elementos desta Lista mostra uma raposa e um ginete. E está lá
escrito: "foram capturados recentemente ". E o que diz a Lei da Caça? a Lei
diz que podem ser capturados por processos selectivos (armadilhas de caixa)
raposas e saca-rabos. E são capturados para serem de imediato abatidos! Mas
como as armadilhas de caixa por vezes também capturam outros predadores (na
foto deste site observa-se o ginete dentro de uma dessas armadilhas), a Lei
obriga a que sejam soltos, mas... acabam quase sempre dentro de uma saca de
serapilheira, para serem abatidos volteando a saca no ar e batendo com ela
no chão.

Não me surpreende que os que se se insurgiram contra os bichos aprisionados
preferissem que eles acabassem mortos, destino certo da raposa e quase certo
do ginete, de tal forma já há muito me apercebi da estranha forma de pensar
dos sempre urbanos que se acham possuídos da missão divina de amar e
salvar(?) bichos. Essa mesma estranha forma de pensar que causa arrepios a
quem observa um peregrino a banquetear-se com um pombo, ou (digo eu) vira a
cara para o lado e se benze (que horror! que nojo!) quando os animaizinhos
do Criador copulam em público.

Jaime Pinto

----- Original Message -----
From: "Miguel Maldonado" < maldonado.mig@gmail.com>
To:
Sent: Thursday, May 04, 2006 9:21 PM
Subject: [ambio] Monte dos Arneiros captura animais selvagens...


Foi-me dado a conhecer, através de uma news letter, um sítio na internet
sobre um monte alentejano onde, aparentemente, se capturam animais selvagens
e os transformam em prisioneiros...

Gostaria de expor esta situação e perguntar se existe alguma protecção legal
contra esta atrocidade.
A mim, comum cidadão, parece-me extremamente cruel e, por isso mesmo,
pretendo denunciar o acontecimento.

O facto de ser raro ver animais selvagens em liberdade, tal como é dito no
site, não deverá servir de argumento para os exibir em cativeiro. Mais se
acrescenta que o monte alentejano em causa usa os seres vivos capturados
como forma de publicidade para os fins comerciais dos quais tira
rendimentos.

Escrito no síto da internet:
"Uma raposa, prontamente baptizada de "Boneca", e um gato bravo (ginete) a
que chamámos "Net", foram capturados recentemente e vão dar a possibilidade
aos mais pequenos de verem com alguma proximidade e "à luz do dia" animais
muito furtivos e que é raro ver em liberdade. Estes pequenos animais são
terríveis caçadores de coelhos bravos e outras variedades de caça."
Fonte:
http://www.arneiros.com/news/39/index.asp

quinta-feira, maio 11, 2006

Coincidências...

A obra do acaso faz com que para toda a coincidência haja uma razão.

quarta-feira, abril 26, 2006

Poemas Alentejanos

segunda-feira, abril 17, 2006

Movimento de Apoio ao Blog do Feio (MABF)

Whitemask disse...

Lisboa, 16 de Abril de 2006

PETIÇÃO À ASSEMBLEIA DO BLOG

- Pela Salvação do Blog do Feio

Exmo. Sr. Presidente da Assembleia do Uglykidonline:

No seguimento do post publicado no dia 13 de Abril do presente mês, e dada a gravidade da decisão por si comunicada aos demais usuários deste blog, vem por este meio o Movimento de Apoio ao Blog do Feio (MABF) declarar a sua total discordância e inconformismo face à possibilidade do espaço de divulgação cultural em causa ser efectivamente encerrado.

Em Portugal, de facto, não existe uma política coordenada para a área da divulgação cultural alternativa e interessante. Esta omissão irresponsável resulta numa proliferação generalizada e maligna da cultura néscia dominante. O Estado tem a responsabilidade de instruir culturalmente os seus cidadãos da melhor forma possível, mas infelizmente falha claramente nessa obrigação ao não promover o preenchimento das lacunas existentes.

É urgente alterar esta situação apoiando os exemplos que, hodiernamente, contribuem – de uma forma espontânea e construtiva – para a transformação cultural que urge despoletar na nossa sociedade. Deste modo, parece-nos que o “Uglykidonline” cumpre exactamente a função acima referida, visto ser um espaço de divulgação e reflexão que pela excelência dos seus diversificados conteúdos culturais não deixaria, por certo, indiferente Agostinho da Silva; representante de um magistral exemplo nesta matéria, tendo sido, porventura, um dos mais nobres arautos do moderno movimento filantrópico português.

Em face do exposto, os abaixo-assinados vêm pelo presente meio solicitar à Assembleia do Blog que sejam tomadas as medidas necessárias para assegurar o bem-estar das pessoas que visitam este espaço cultural – bem como do seu mentor –, que dadas as circunstâncias, deve ser fortemente pressionado no sentido de não extinguir completamente a sua relevante actividade.

*Nome Completo: *Assinatura:

Whitemask :)

quarta-feira, abril 12, 2006

...











sexta-feira, abril 07, 2006

Encontrado manuscrito com a única cópia conhecida do Evangelho de Judas

Papiros perdidos durante 1700 anos
Encontrado manuscrito com a única cópia conhecida do Evangelho de Judas
06.04.2006 - 19h49 PUBLICO.PT


Um manuscrito que data dos séculos III ou IV, com a única cópia conhecida do Evangelho de Judas, foi encontrado no Egipto, depois de ter estado perdido durante cerca de 1700 anos. Os papiros - restaurados, autenticados e traduzidos – revelam Judas como o discípulo preferido de Jesus.

Algumas das 66 páginas do códice foram mostradas hoje ao público em Washington, na sede da National Geographic Society que, em conjunto com a Fundação Mecenas de Arte Antiga e do Instituto Waitt de Descobertas Históricas dirigiram este projecto internacional.

O manuscrito, redigido em língua copta, contém o Evangelho de Judas, um texto intitulado “Santiago” (também conhecido por Primeiro Apocalipse de Santiago), uma “Carta de Pedro a Filipe” e um fragmento de um quarto texto designado “Livro de Allogenes”.

Segundo Terry Garcia, vice-presidente executivo de Projectos da National Geographic Society, o códice foi autenticado através da “datação por carbono radioactivo, análises de tinta, imagem multi-espectral, prova contextual e prova paleográfica”.

O códice, encadernado em tecido, - que se pensa ter sido copiado para copta cerca do ano 300 depois de Cristo -, foi encontrado na década de 1970, no deserto perto de El Minya, no Egipto. Depois circulou entre antiquários, viajou do Egipto para a Europa e daqui para os Estados Unidos.

Durante 16 anos, o manuscrito permaneceu num cofre-forte em Long Island, em Nova Iorque, até ser adquirido pela antiquária de Zurique, Frieda Nussberger-Tchacos, em 2000.

Quando as suas tentativas de venda do manuscrito se revelaram infrutíferas, Tchacos, alarmada pela rápida deterioração do códice, transferiu-o para a Fundação Mecenas de Arte Antiga em Basileia, na Suiça, em Fevereiro de 2001, para que fosse restaurado e traduzido. O manuscrito, agora conhecido como Códice Tchacos, será devolvido ao Egipto e alojado no Museu Copta do Cairo.

“Esta descoberta espectacular de um texto antigo não bíblico (...) amplia o nosso conhecimento da história e das perspectivas teológicas do período cristão primitivo”, comentou Terry Garcia.

O Evangelho de Judas proporciona uma nova abordagem da relação entre Jesus e Judas e oferece novas perspectivas sobre o discípulo que traiu Jesus. Contradizendo aquilo que é relatado pelo Novo Testamento nos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, nos quais Judas é retratado como um vil traidor, este evangelho recentemente descoberto afirma que Judas, ao entregá-lo às autoridades, estava a cumprir os desejos de Jesus.

O momento chave da narrativa acontece quando Jesus diz a Judas: “...irás superá-los a todos. Pois irás sacrificar o corpo que me reveste.” Ao ajudar Jesus a desfazer-se do seu corpo físico, Judas irá ajudá-lo a libertar o seu verdadeiro ser divino, que está dentro dele. Judas é destacado várias vezes. “Afasta-te dos outros e contar-te-ei os mistérios do reino. Irás alcançá-los, mas sofrerás muito”, diz-lhe Jesus.

A National Geographic organiza uma exposição de páginas do códice na sua sede, que será inaugurada amanhã. Além disso, vai editar os livros “O Evangelho de Judas” e “O Evangelho Perdido: a procura do Evangelho de Judas Iscariotes”.

“O Evangelho Proibido de Judas” vai ser tema de capa da edição portuguesa da “National Geographic Magazine” e alvo de um DVD especial que será lançado em Portugal ainda este mês.

Quem ainda se lembra do borreguinho branco...?

quinta-feira, abril 06, 2006

Eu sei quem é que vai gostar deste filminho...